O filme “Flags of our Fathers” mostra o quanto o estadunidense é craque em construir imagens, sua relações públicas são descaradas em termos de estratégia.

Se isso ajudou no desenvolvimento do país, ninguém pode mensurar o quanto. O que importa é que eles gozam de privilégios, no mínimo, sonhados por países como o Brasil, por exemplo.
Tudo o que os norte-americanos juntaram foi graças a sua política, mesmo imperialista, participativa e até mesmo intrometida.
No país dos yankees é possível viver com dignidade de direito. Por isso recebem milhares de imigrantes por ano, pessoas que querem usurpar seus privilégios.
U$5,15 (salário mínimo) por hora torna possível muita coisa. Neste ponto, num ato considerado republicano por eles e inconsciente para nós, estou quase me tornando favorável às políticas de imigração, – digo quase porque ainda não me informei o bastante - leis que asseguram a fronteira e visam a deportação dos ilegais.
Entendo o quanto é deplorável a situação do muro que hoje os divide do México, pois parte daquelas terras pertencia ao país latino tempos atrás.
Além disso, sabemos que, na verdade, os americanos precisam da mão de obra barata dos imigrantes e adusam disso.
Entretanto, é valida a proteção de sua pátria. Onde a invasão desenfreada resultaria na perda do que foi conquistado por gerações.
O que quero dizer, apenas, é que entendo o porquê dessa defesa, patriotismo característico estadunidense. Que aliás, tomado como exemplo, poderia tornar os outros povos mais politizados, quem sabe um dia, mais participativos. Isso é preciso, um país só cresce quando sua estrutura se fortalece, nós somos as raízes.

Após ser criticada pela mídia britânica, Camilla Parker-Bowles, a mulher do príncipe Charles, não irá à missa em homenagem a princesa Diana. Alguns jornais ingleses trataram a presença de Camilla como falta de bom senso, pois é de conhecimento de todos sua relação amorosa com o príncipe desde que ele ainda era casado com Diana.
A nova série que o SBT irá popularizar será “Medium”. O seriado exibido no Sony tem uma audiência regular.
A escrita de Pressfield impressiona pela fidelidade com a cultura grega e por não perder o ritmo diante de tantos detalhes.